Tema: A Ceia do Senhor
Texto: I Coríntios 11 vv. 20 à 32.
Texto: I Coríntios 11 vv. 20 à 32.
Introdução:
A Ceia do Senhor é uma representação visível que simboliza a morte de Jesus por nossos pecados. Lembra-nos sua morte e a esperança gloriosa de sua volta. Nossa participação nela fortalece nossa fé através da comunhão com Cristo e com os demais crentes.
O apóstolo Paulo reconheceu que existem diferenças entre os membros da Igreja. Porém, quando desenvolvem divisões por vontade própria, tornam-se destrutivos para a congregação. Aqueles que causam divisões só servem para destacar aqueles que são crentes genuínos.
A Ceia do Senhor é uma representação visível que simboliza a morte de Jesus por nossos pecados. Lembra-nos sua morte e a esperança gloriosa de sua volta. Nossa participação nela fortalece nossa fé através da comunhão com Cristo e com os demais crentes.
O apóstolo Paulo reconheceu que existem diferenças entre os membros da Igreja. Porém, quando desenvolvem divisões por vontade própria, tornam-se destrutivos para a congregação. Aqueles que causam divisões só servem para destacar aqueles que são crentes genuínos.
I. Assembleia dos Santos - Quando vós reunis para adoração. Não havia templos – Atos 1 v. 15 e 2 vv. 1, 44; 3 v. 1 e Gl 2 v. 12. A ceia era a refeição principal da noite, seguida pela eucharistia. Deixava de ser do Senhor se fosse deturpada. Tem referencia ao fato de que eles provavelmente assim a chamaram, mas pela maneira em que aconteceu não foi reconhecido assim pelo Espírito Santo v. 20.
A Ceia do senhor, celebrada pela Igreja Primitiva, incluía um banquete ou uma refeição em conjunto, seguida pela celebração da comunhão. Na Igreja de Coríntios, tal refeição em conjunto se tornou uma ocasião em que algumas pessoas comiam e bebiam excessivamente, enquanto outras permaneciam famintas. Não havia uma atitude atenciosa de compartilhar. Isso certamente não demonstrava a união e o amor que deveriam caracterizar a Igreja, nem era uma preparação para a Santa Ceia propriamente dita. Paulo condenou essas ações e relembrou à Igreja o verdadeiro propósito da Ceia do Senhor. O v. 21 nos diz que alguns traziam jantares esplêndidos, mas alguns eram escravos, e não tinham nada que trazer e vemos que havia a discriminação estampada naquela reunião ao ponto de outros ficarem totalmente bêbados.
A Ceia do senhor, celebrada pela Igreja Primitiva, incluía um banquete ou uma refeição em conjunto, seguida pela celebração da comunhão. Na Igreja de Coríntios, tal refeição em conjunto se tornou uma ocasião em que algumas pessoas comiam e bebiam excessivamente, enquanto outras permaneciam famintas. Não havia uma atitude atenciosa de compartilhar. Isso certamente não demonstrava a união e o amor que deveriam caracterizar a Igreja, nem era uma preparação para a Santa Ceia propriamente dita. Paulo condenou essas ações e relembrou à Igreja o verdadeiro propósito da Ceia do Senhor. O v. 21 nos diz que alguns traziam jantares esplêndidos, mas alguns eram escravos, e não tinham nada que trazer e vemos que havia a discriminação estampada naquela reunião ao ponto de outros ficarem totalmente bêbados.
II. A indignação do Apóstolo Paulo – Menosprezais a Igreja de Deus? Refere-se a sua Unidade, seus valores, normas, propósitos, e sua relação com Cristo como Cabeça. Esta mensagem foi dirigida aos ricos que lá havia. Os mais pobres eram envergonhados por sua pobreza em meio da abundância, da qual pouco ou nada ofereciam a eles. Parece que ele se pergunta, “dá-se conta esta gente do que está fazendo?”.
III. As instruções que ele está por dar concernente ao Jantar do Senhor – Esta carta foi escrita antes dos evangelhos. É, portanto, o primeiro relato da Ceia do Senhor e a mais antiga citação de Jesus. Recebi do Senhor. É uma citação de Mt 26 v. 26 e sucessivamente. Contraste a solene tristeza da primeira Ceia com a dos coríntios. Dado graças do grego (eucharistesas). Ele diz meu corpo. Se for literal, também o devem ser Jo 8 v. 12; 10 v. 7; 15 v. 1; I Co 10 v. 4. Dado por vós, Morte vicária – fazei isto continuamente em memória de mim, ou seja, feito em comemoração não como sacrifício Hb 9 v. 27 em diante e isto relacionado a Cristo então o culto tem que ser Cristocêntrico.
O que a Ceia do senhor significa? A Igreja Primitiva lembrava-se de que Jesus a instituiu na noite da refeição da Páscoa Lucas 22 vv. 13 à 30. Da mesma maneira que a Páscoa celebrava a libertação da escravidão no Egito, a ceia do senhor celebra a libertação do pecado por meio da morte de Cristo.
Os cristãos apontavam várias possibilidades diferentes para o que Cristo quis dizer por “isto é o meu corpo”.
1. Alguns acreditam que o pão e o vinho realmente se tornam o corpo físico de Cristo e o sangue respectivamente;
2. Outros acreditam que o pão e o vinho permanecem inalterados, mas Cristo está espiritualmente presente no pão e no vinho;
3. E ainda outros acreditam que o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo e que é o nosso caso. De forma geral, os cristãos concordam que participar da Ceia do Senhor é um elemento importante na fé cristã e que a presença de Cristo, de forma como entendemos, nos fortalece espiritualmente.
O que a Ceia do senhor significa? A Igreja Primitiva lembrava-se de que Jesus a instituiu na noite da refeição da Páscoa Lucas 22 vv. 13 à 30. Da mesma maneira que a Páscoa celebrava a libertação da escravidão no Egito, a ceia do senhor celebra a libertação do pecado por meio da morte de Cristo.
Os cristãos apontavam várias possibilidades diferentes para o que Cristo quis dizer por “isto é o meu corpo”.
1. Alguns acreditam que o pão e o vinho realmente se tornam o corpo físico de Cristo e o sangue respectivamente;
2. Outros acreditam que o pão e o vinho permanecem inalterados, mas Cristo está espiritualmente presente no pão e no vinho;
3. E ainda outros acreditam que o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo e que é o nosso caso. De forma geral, os cristãos concordam que participar da Ceia do Senhor é um elemento importante na fé cristã e que a presença de Cristo, de forma como entendemos, nos fortalece espiritualmente.
IV. O novo pacto ratificado com o derramamento do sangue de Jesus – observe no v. 25 que não afirma: “é meu sangue” (“que ainda “não se derramara”; mas sim que é a nova aliança” (Gr diatheke) Jr 31 vv. 31 à 34 ratificada no Sangue. O que é este Novo Testamento ou Nova Aliança? Na antiga aliança, as pessoas podiam aproximar-se de Deus somente por meio dos sacerdotes e do sistema sacrificial. A morte de Jesus na cruz introduziu uma nova aliança entre Deus e nós. Agora todas as pessoas podem aproximar-se pessoalmente de deus e comunicar-se com Ele. O povo de Israel participou pela primeira vez dessa aliança depois de seu êxodo do Egito (Êxodo 24), que foi projetado para apontar para o dia em que Jesus Cristo viria à terra. A nova aliança completa, e não substitui, a antiga, pois cumpre todas as expectativas desta (ver Jr 31 vv. 31 à 34). Comer o pão e beber o cálice mostram que estamos relembrando a morte de Cristo por nós e renovando nosso compromisso de servi-lo.
Jesus disse: “Fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim”. Como nos lembramos de Cristo na Ceia do Senhor? Pensando sobre o que Ele fez por nós e por que o fez. Se a ceia do Senhor tornar-se apenas uma cerimônia ou um hábito religioso, não mais celebrará a morte de Cristo e perderá a sua importância.
Jesus disse: “Fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim”. Como nos lembramos de Cristo na Ceia do Senhor? Pensando sobre o que Ele fez por nós e por que o fez. Se a ceia do Senhor tornar-se apenas uma cerimônia ou um hábito religioso, não mais celebrará a morte de Cristo e perderá a sua importância.
V. No versículo 26 o termo: Anunciai (grego Katangellõ) gesto simbólico. Proclamais um sermão dramatizado em palavra e símbolo como era a Páscoa (Êxodo 13 vv 3 à 10).
VI. No versículo 27 Paulo deu instruções especificas a respeito de como a Ceia do senhor de ser observada.
1. Devemos participar dela como uma atitude de reflexão, porque estamos proclamando que Cristo morreu por nossos pecados (11 v. 26);
2. Devemos participar dela de modo digno, com a reverência e o respeito devido (11 v. 27);
3. Devemos nos examinar antes de participar da Ceia do Senhor (11 v. 28);
4. Devemos ter consideração pelos outros, esperando até que todas as pessoas tenham chegado e, em seguida comer ordenadamente, demonstrando nossa união (11 v. 33).
Quando o Apóstolo Paulo disse que ninguém deveria participar da Ceia do Senhor indignamente, estava falando aos mentirosos da Igreja que estavam participando dela sem pensar em seu significado. Aqueles que o faziam seriam culpados “do corpo e do sangue do Senhor”. Em vez de honrar o sacrifício de Cristo, estavam compartilhando a culpa daqueles que o crucificaram. Na verdade, ninguém é digno de participar da ceia do Senhor. Somos todos pecadores salvos pela graça. Por essa razão, devemos nos preparar para a Santa Ceia por intermédio de uma solução das diferenças com as outras pessoas. Essas ações removem as barreiras que afetam nosso relacionamento com Cristo e com os outros crentes. A consciência de nossos pecados não deve nos afastar da Santa Ceia, mas dirigir o modo como participamos dela.
VII. Examine-se v. 28 – Examine a sua fé em relação ao que é seu objeto real, pois a participação só é pertinente depois de um exame cuidadoso. A palavra grega para isto é dokimazetõ, testar como a metais. Um religioso auto-exame (II Cor 11 v. 19; II Co 13 v. 5; I Jo 1 v. 6 ss).
1. Devemos participar dela como uma atitude de reflexão, porque estamos proclamando que Cristo morreu por nossos pecados (11 v. 26);
2. Devemos participar dela de modo digno, com a reverência e o respeito devido (11 v. 27);
3. Devemos nos examinar antes de participar da Ceia do Senhor (11 v. 28);
4. Devemos ter consideração pelos outros, esperando até que todas as pessoas tenham chegado e, em seguida comer ordenadamente, demonstrando nossa união (11 v. 33).
Quando o Apóstolo Paulo disse que ninguém deveria participar da Ceia do Senhor indignamente, estava falando aos mentirosos da Igreja que estavam participando dela sem pensar em seu significado. Aqueles que o faziam seriam culpados “do corpo e do sangue do Senhor”. Em vez de honrar o sacrifício de Cristo, estavam compartilhando a culpa daqueles que o crucificaram. Na verdade, ninguém é digno de participar da ceia do Senhor. Somos todos pecadores salvos pela graça. Por essa razão, devemos nos preparar para a Santa Ceia por intermédio de uma solução das diferenças com as outras pessoas. Essas ações removem as barreiras que afetam nosso relacionamento com Cristo e com os outros crentes. A consciência de nossos pecados não deve nos afastar da Santa Ceia, mas dirigir o modo como participamos dela.
VII. Examine-se v. 28 – Examine a sua fé em relação ao que é seu objeto real, pois a participação só é pertinente depois de um exame cuidadoso. A palavra grega para isto é dokimazetõ, testar como a metais. Um religioso auto-exame (II Cor 11 v. 19; II Co 13 v. 5; I Jo 1 v. 6 ss).
VIII. VV. 29 e 30 - Quem não distingue (reverência) o corpo de Cristo (o pão ou a Igreja como Corpo), traz Juízo para si. (II Co 5 v. 5; I Tm 1 v. 20; At 5 vv. 1 à 11; Tg 5 vv. 13 à 20). Não discernir ou não honrar o corpo do Senhor consistia em não entender o que a Ceia do senhor significa nem distingui-la de um alimento comum. Aqueles que o fazem condenam a si mesmos conforme o v. 27 apresenta.
O fato de algumas pessoas terem morrido pode ter sido um julgamento especial e sobrenatural sobre a Igreja coríntia. Esse tipo de julgamento disciplinar destaca a serenidade da Santa Ceia. Ela não deve ser tomada sem consideração. Esta nova aliança custou a vida de Jesus. Não é uma cerimônia sem sentido, mas um cerimonial dado por Cristo para ajudar a fortalecer a nossa fé.
O fato de algumas pessoas terem morrido pode ter sido um julgamento especial e sobrenatural sobre a Igreja coríntia. Esse tipo de julgamento disciplinar destaca a serenidade da Santa Ceia. Ela não deve ser tomada sem consideração. Esta nova aliança custou a vida de Jesus. Não é uma cerimônia sem sentido, mas um cerimonial dado por Cristo para ajudar a fortalecer a nossa fé.
Conclusão:
Versículos 31 à 34 do grego diakrinõ, julgamento habitual para descobrir como realmente vamos e somos. Deus se encarrega de nos disciplinar para nossa santificação, sem a qual não há salvação eterna (Rm 6 v. 22; Hb 12 v. 14) para não perecer com o mundo, no sentido moral, alienado de Deus.
As pessoas deveriam comparecer a esta celebração desejando estar em comunhão com outros crentes e preparar-se para Ceia do senhor que vinha a seguir, e não comer excessivamente como se este evento fosse apenas um jantar. A frase: “Se algum tiver fome, coma em casa” significa que as pessoas deveriam alimentar-se antecipadamente, pois dessa forma iriam para a Santa Ceia com a correta disposição mental.
Versículos 31 à 34 do grego diakrinõ, julgamento habitual para descobrir como realmente vamos e somos. Deus se encarrega de nos disciplinar para nossa santificação, sem a qual não há salvação eterna (Rm 6 v. 22; Hb 12 v. 14) para não perecer com o mundo, no sentido moral, alienado de Deus.
As pessoas deveriam comparecer a esta celebração desejando estar em comunhão com outros crentes e preparar-se para Ceia do senhor que vinha a seguir, e não comer excessivamente como se este evento fosse apenas um jantar. A frase: “Se algum tiver fome, coma em casa” significa que as pessoas deveriam alimentar-se antecipadamente, pois dessa forma iriam para a Santa Ceia com a correta disposição mental.
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Instituto Bíblico de Ensino Teológico Vida
Reverendo Davi Elias Domingos
(13) 99620-6938
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